sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A Cura das Memórias


Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro. Isaías 43: 25


A paz do Senhor,
Encerrei conversa com um amigo falando não sobre cura necessariamente física, mas sobre perdão, o pecado expiado e o abandono de velhas práticas. Me chamou a atenção uma das expressões de nossa conversa: “A cura das memórias”, lembrei da palavra que diz que o próprios Deus faz questão de esquecer nossos pecados por Ele perdoados.
Se o próprio Deus conhecedor de todas as coisas, que estabelece marcas na história da humanidade regendo o tempo e a história de sua criação, se Ele próprio se faz esquecer de nossas transgressões, porque ainda as guardamos na memória, como um martírio constante de uma vida que já foi sepultada?

Memória é a capacidade de adquirir, guardar e recuperar informações captadas pelos sentidos nas experiências de vida humana. Essas experiências estão sobre todos os eventos pelos quais passamos ao longo de nossas vidas e que são guardados em curtos espaços de tempo ou mesmo por uma vida inteira, como é o caso da memória de longo prazo que pode ser recuperada após meses ou anos desde que foi adquirida e guardada.
Entende-se que por tudo que passamos geramos memórias que podem durar a vida inteira são as alegrias ou tristezas, as ciências, os momentos mais importantes da vida, ou mesmo a vida de pecados que vivíamos antes de encontrarmos o perdão de Deus, mas até nisso Deus pode agir, curando as feridas em nossas memórias.

É disso que quero falar.
Todos já passaram por isso... Após alcançar o perdão de Deus vivenciar o desaparecimento do fardo da culpa por aquilo que praticamos. Mas e quando voltamos a lembrar do pecado? Nos entristecemos, somos afrontados para que soframos por algo que na verdade já foi enterrado junto com o velho homem.
Acredito que a memória seja despertada por estímulos conscientes ou não lançados ao cérebro em raciocínio. As setas que Satanás lança em nossa mente, nos faz por diversas vezes lembrar do que já foi esquecido. Esta e a estratégia do inimigo de reavivar a vida de pecados que um dia fez parte de nós. Mas Deus que nos perdoou afirma esquecer do nosso pecado, não temos motivos pra lembrar de algo um dia nos arruinou as estruturas da alma.

O Perdão de Deus é também cura, junto com ele vem, da parte de Deus, o esquecimento daquilo que nos fez réus.
A cura de Deus sobre nós age sobre nossas ações, de modo que seguindo em frente temos força para não mais pecar, nem voltar atrás.
A cura de Deus age sobre nossas palavras, e assim não damos ênfase ao pecado outrora praticado, mas à transformação vivida, ao perdão concedido e a nova vida.
A cura de Deus age sobre nossos pensamentos. Esta convicção precisamos exercitar, a de que Deus curou nossas memórias, e do nosso passado nem Ele mesmo se lembrará. Deus não sofre de amnésia voluntária, Ele nos deixa a lição de que o que foi ultrapassado não deve ser reavivado. Devemos andar em novidade de vida buscando as coisas do alto.

O perdão de Deus age em nossas vidas causando a transformação de nossos hábitos até as nossas memórias.
Eu quero te dizer que todos os nossos pecados já foram perdoados na cruz, e que não devemos sofrer por algo que já foi vendido pelo sacrifício de Jesus. E que o próprio Deus não se lembra de nossas transgressões, nos limpa e purifica por completo.

Toda vez que o inimigo tentar lhe fazer lembrar do pecado, lembre-se que Deus já curou as suas memórias. Lembre-se da misericórdia de Deus, do seu perdão, da sua bondade, da sua graça... Lembre-se que você é templo Santo de Deus.
Você já foi curado!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

LIÇÃO 06 – Qualidades de Paulo como Missionário


TEXTO ÁUREO
“E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado”. At 13.2

OBJETIVOS DA LIÇÃO
1. Apresentar alguns fatos que demonstrem que Paulo foi um homem preparado por Deus para realizar a obra missionária;
2. Relembrar como foi o chamado e alguns aspectos principais do seu desempenho missionário;
3. Mostrar que as suas virtudes foram essenciais e, ainda hoje, o seu exemplo influencia.

INTRODUÇÃO
Em lição anterior, foi visto que a carreira espiritual de um homem que chega atingir elevados patamares é construída com apoio de vários outros que depositaram nele a sua confiança. Serão estatuadas aqui algumas das muitas qualidades que foram cumuladas com a ajuda desses obreiros, resultado de esforço próprio e de uma crescente comunhão com Cristo Jesus.

1. UM VASO BEM ACABADO
Paulo bem sabia da sua chamada para trabalhar entre os gentios, na verdade, ele herdou o zelo missionário dos fariseus e demais judeus que se esforçavam para trazer para o judaísmo os pagãos.

2. UM SOLDADO VALOROSO
Quando Barnabé e Paulo saíram de Antioquia sob as ordens do Senhor levaram como cooperador a João Marcos, com a finalidade de ele instruir sobre os rudimentos da fé aos novos convertidos e batizá-los, enquanto os missionários se dedicariam mais a pregar aos ainda não convertidos.

3. UM HOMEM RESIGNADO
A carreira de um homem é determinada pelo constante preparo, e pela dedicação integral no exercício da sua escolha. Nos antigos jogos gregos de Olímpia, que inspirou a moderna olimpíada, era declarada uma trégua entre as cidades que se rivalizavam para que os atletas chegassem com segurança, tais homens representavam a sua cidade de origem, e, no retorno, eram celebrados como heróis por elas quando campeões. Paulo era, portanto, um homem tal qual um atleta do Reino de Deus que tinha em mente alcançar uma coroa que não se deteriora. 

CONCLUSÃO
Ele foi um vaso escolhido para levar o nome de Cristo, um soldado valoroso, um estrategista do Reino, um fazedor de tendas, um plantador de igrejas, um homem que trouxe, no corpo, as marcas de Cristo. O que fez a diferença na vida de Paulo foi o preparo constante e a dedicação intensa. Os mesmos princípios que, se levados a efeito, trarão impacto também ao nosso trabalho.

Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel.
Revista: APÓSTOLO PAULO – Editora Betel - 4º Trimestre 2012 – Lição 06.


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A Guerra que Esquecemos


Você acorda pela manhã, geralmente apressado e quase sem perceber recapitula em sua agenda mental seus compromissos do dia enquanto se prepara psicológica e fisicamente para os desafios que serão enfrentados. Sentimo-nos como soldados que, convocados pelas circunstâncias, pela sede de conquistas, pela vida... rumam ao campo de batalha.
Parece dramático nomearmos assim o nosso cotidiano, mas a verdade é que sabemos bem o grau de complexidade dos problemas enfrentados todos os dias: o trânsito que parou, o chefe estressado ou que não reconheceu o trabalho, a nota baixa da prova de outro dia, um constrangimento na frente dos colegas, aquela pessoa que você diz não suportar mais, as cobranças de presença dentro de casa, o salário que atrasou, a divida que não conseguiu pagar, o carro que quebrou, um filho incompreendido, um pai ausente, um marido estressado, uma mulher insatisfeita, uma mãe que não parou pra te ouvir... são tantos os problemas do dia-a-dia, que a sua armadura psicológica não sai mais de você numa tentativa de te proteger dos ataques inesperados, mas não protege.
A guerra que vivemos todos os dias se ergue como uma parede sem janelas que não permite enxergar o caminho para a felicidade. Parece até que viemos a este mundo para guerrear, e é justamente para isso que viemos! Mas não nos lembramos de algo importante. Estamos tão ocupados com estes "probleminhas" do dia-a-dia, que nos esquecemos do essencial.
Lembramos bem das guerras que vivemos e que tentamos vencer com as próprias forças, mas existe uma guerra acima de todas estas, que esquecemos e que não pode ser vista a olho nú.

A guerra que esquecemos acontece a todos os momentos, e mesmo quando estamos dormindo. A guerra que esquecemos está para além de nossas forças e capacidades intelectuais. A guerra que esquecemos deveria ser a única lembrada, porque é a mais importante e decisiva delas.
A guerra que esquecemos não é uma guerra material, mas espiritual.

A palavra de Deus nos diz em efésios 6: 12 que "Não temos que lutar contra carne e sangue, mas sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais".
Percebe? - não adianta lutar contra tudo e contra todos se espiritualmente estamos dormindo. A nossa luta não é contra carne nem sangue...
Consegue enxergar quantos soldados estão dormindo no campo de batalha espiritual?

Somos soldados sim, mas não lutamos contra o que é material, fazemos parte de um exército espiritual. Lutamos contra o que é invisível, e até para isso, como soldados, devemos estar devidamente protegidos.
Se continuar lendo os versículos posteriores em efésios vai conhecer uma armadura que tão perfeitamente o Apóstolo Paulo nos apresenta, como capaz de nos proteger de todos os ataques do maligno.

Assim, protegido. Assim, preparado. Você só precisa se equipar espiritualmente, e conferir: Cinto, couraça, calçados, escudo, capacete e espada.
Todos os dias você estará além dos problemas que a humanidade enfrenta em seus dias, estará apto para vencer toda e qualquer batalha, se não esquecer que a verdadeira batalha não é material, mas espiritual.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

LIÇÃO 05 – Paulo e Barnabé, Aliados na Obra do Senhor


TEXTO ÁUREO
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor”. 1Co 15.58

OBJETIVOS DA LIÇÃO
1. Familiarizar os alunos com a personalidade generosa de Barnabé;
2. Revelar o lado social da igreja de Antioquia em tomar a iniciativa de ajudar os necessitados;
3. Mostrar as constantes transições positivas alcançadas na igreja pela administração de Barnabé.

INTRODUÇÃO
Quando Paulo retornou à sua cidade natal (Tarso) pareceu um desfecho um tanto melancólico dado por Lucas. Mas aí ele passa a narrar vividamente os atos de Pedro, para depois retornar a trajetória de Paulo como um assistente de talento. Aqui estudaremos um pouco do perfil de Paulo que atendendo um convite para auxiliar Barnabé, teve um contínuo progresso espiritual e ministerial em Antioquia.

1. PAULO, UM COMPANHEIRO EM POTENCIAL
Aquele era um momento surpreendente de crescimento e multiplicação de conversões nas regiões da Judéia, Galileia e Samaria, e os irmãos que saíram dispersos por causa da perseguição iam anunciando a Palavra por onde passavam, de maneira que muitos judeus se convertiam cada vez mais ao Senhor.

2. O TRABALHO DE BARNABÉ E PAULO
A igreja em Antioquia principiou com elementos judeus, depois helênicos, e por fim gentios. Essa massa de pessoas vindas de diferentes lugares com culturas diferentes, no entanto, tinham uma coisa em comum, o fato de crerem em Jesus Cristo. A fé em Jesus foi o agente agregador que os reuniu eliminando vantajosamente todas as diferenças e possibilitando a realização posterior da obra missionária no Império Romano.

3. O RETORNO DA MISSÃO REPRESENTATIVA
Barnabé e Paulo provaram mutuamente ser bons parceiros na seara do Senhor. Barnabé estava satisfeito por ter buscado Paulo como companheiro na missão pastoral em Antioquia. E Paulo, por sua vez, estava demonstrando ser um assistente de talento ao lado de Barnabé, sempre dentro de suas expectativas.

CONCLUSÃO
Percebe-se, ao longo desta lição, que a figura de Paulo, quando veio de Tarso para Antioquia, não apareceu muito. Senão ensinando a Igreja junto com Barnabé e, evidentemente, com outros mestres locais. Paulo era um assistente de valor, mas que reconhecia a sua posição na Igreja e honrava seu colega que lhe dera tamanho privilégio ao convidá-lo como assistente direto. Paulo soube aproveitar as oportunidades que lhe davam.

Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel,
Revista: APÓSTOLO PAULO – Editora Betel - 4º Trimestre 2012 – Lição 05.

LIÇÃO 04 – O Progresso Espiritual do Apóstolo Paulo


TEXTO ÁUREO
“Mas somente tinham ouvido dizer: Aquele que já nos perseguiu anuncia agora a fé que antes destruía”. Gl 1.23

OBJETIVOS DA LIÇÃO
1. Acompanhar, pelos registros de Atos, o desenvolvimento espiritual de Paulo;
2. Apresentar o zelo evangelístico de Paulo;
3. Conhecer a sua dificuldade de permanecer em Jerusalém.

INTRODUÇÃO
Depois que Paulo reconfigurou a sua mente através da sua conversão a Cristo, o que não levou muito tempo, dada a sua vontade inquebrantável de crescimento, ele passou a viver de acordo com as suas novas convicções. Isso evidenciou a profunda transformação que sofreu no caminho de Damasco, e essa transformação, a cada tempo, tanto mais se evidenciava. Será estudado aqui como se processou o desenvolvimento espiritual de Paulo.

1. O ESFORÇO EVANGELÍSTICO DE PAULO
A convivência com os irmãos de Damasco era muito boa, disso ninguém duvida, mas Paulo era uma pessoa com o temperamento e a vontade de demonstrar gratidão a Deus, e crescer espiritualmente. Sentia a necessidade de compartilhar tão logo a sua dramática conversão, e quem de fato era Jesus de Nazaré.

 2. FUGINDO DE DAMASCO
Quando se entende que o governante de Damasco era alguém delegado pelo rei Aretas IV, da Arábia, conclui-se facilmente que a estada de Paulo de Tarso lá na Arábia não foi tão tranquila como se imagina. Sua própria palavra define como foi “Em Damasco, o que governava sob o rei Aretas pôs guardas às portas da cidade dos damascenos, para me prenderem” (2Co 11.32). O contexto imediato do que Paulo trata escrevendo aos coríntios fala das humilhações, perseguições, açoites, fugas, etc., vividas ao longo de seu ministério exatamente nessa época. Assim, pode-se supor que essa indisposição não foi apenas por causa de seu trabalho em Damasco, mas na Arábia também.

3. CHEGADA DE PAULO A JERUSALÉM E A SUA PARTIDA
Dentre tantos lugares que Paulo poderia ter ido pelo vasto Império Romano, em sua fuga, ele decidiu ir a Jerusalém. Mas com que interesse? O que fica claro, conforme narrou posteriormente, era que ele tinha como objetivo primário que era o de ver Pedro (Gl 1.18). Todavia, por algum motivo, não o encontrou de imediato, encontrando apenas dificuldades com alguns irmãos que não tinham certeza da sua genuína conversão.

 CONCLUSÃO
O progresso espiritual de uma pessoa é evidenciado pela sua forma de proceder. Qualquer pessoa pode experimentar progresso ou retrocesso espiritual. Paulo demonstrou seu progresso de algumas maneiras como foi visto nesta lição. Que possamos seguir suas pegadas corajosas, para continuar nosso progresso espiritual.

Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel,
Revista: APÓSTOLO PAULO – Editora Betel - 4º Trimestre 2012 – Lição 04.

LIÇÃO 03 - O Discipulado do Apóstolo Paulo


TEXTO ÁUREO
“Vindo ter comigo, e apresentando-se, disse-me: Saulo, irmão, recobra a vista. E naquela mesma hora o vi”. At 22.13

OBJETIVOS DA LIÇÃO
1. Revelar que, num ato exclusivo de Cristo Jesus, Ele se revelou como o Senhor a Saulo;
2. Mostrar que, ainda que Jesus tenha começado a obra da conversão em Saulo, a igreja representada em Ananias ficou responsável em dar-lhe a assistência inicial necessária;
3. Expor que, Ananias, não passaria de um cristão esquecido em algum canto se não tivesse obedecido àquela ordem de Cristo.

INTRODUÇÃO
Paulo era um homem de grande valor para o judaísmo, uma pessoa preparada desde o seu nascimento, na convivência, na escola da sinagoga e, até, finalmente, tornar-se um pupilo do famoso Gamaliel. Tudo isso para lutar apologética e juridicamente pela causa do judaísmo do mundo pagão de sua época. Mas bastou uma aparição do Filho de Deus em sua glória para abater todo o seu orgulho genealógico, toda a soberba intelectual e ignorância espiritual.

 1. A NECESSIDADE DE CUIDADO
Após o encontro de Paulo com Jesus, no caminho de Damasco, ele fora curado e imediatamente começou a pregar. Isso aconteceu, mas não tão imediatamente, pois levou alguns dias. Veremos que foi necessário pelo menos três dias aguardando outra resposta de Jesus.

 2. A VISÃO DE CUIDADO
O Senhor Jesus havia começado uma obra de conversão ao aparecer repentinamente para Paulo. Mas continuou operando no sentido de aperfeiçoar a fé que começara a despontar. Deus não começa nada que não possa terminar e tudo faz com perfeição. Todavia essa segunda parte ficaria por conta de Ananias, um legítimo representante do Senhor Jesus pertencente à igreja de Damasco.

 3. A MISSÃO CUMPRIDA
É interessantíssimo que o Senhor se permite arguir por Ananias e com ele palestra, ainda que brevemente. Depois de Ananias falar o que pensava demonstrando a necessidade de prudência, as providências para que tudo saísse perfeitamente em ordem e segurança estavam sendo tomadas naquele momento, em que Paulo como já foi dito, simultaneamente tinha uma visão acerca do próprio Ananias (At 9.15,16).

CONCLUSÃO
Os cuidados básicos desfrutados por Paulo de ser assistido, batizado, usufruindo da convivência com outros discípulos mais experientes são os mesmos direitos de todo o cristão neófito que entra nas milícias do Senhor Jesus Cristo. Se isso for ignorado, estar-se-á gerando um cristianismo anormal.

Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel,
Revista: APÓSTOLO PAULO – Editora Betel - 4º Trimestre 2012 – Lição 03.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

LIÇÃO 02 – A Extraordinária Conversão de Paulo


TEXTO ÁUREO
“Então disse eu: Senhor, que farei? E o Senhor disse-me: Levanta-te, e vai a Damasco, e ali se te dirá tudo o que te é ordenado fazer”. At 22.10

OBJETIVOS DA LIÇÃO
1. Levar a perceber a dimensão da oposição de Paulo ao evangelho;
2. Reconhecer o que levou Paulo a uma mudança radical;
3. Identificar as primeiras consequências de uma profunda mudança em Paulo.

 INTRODUÇÃO
Será estudada, nesta lição, a conversão de Paulo, filho de um fariseu, que, depois de terminar seus estudos, aos pés do doutor da Lei, Gamaliel, pôs-se como arqui-inimigo do Senhor Jesus por causa da sua ignorância em relação à alvorada de uma nova dispensação que surgia no horizonte da história religiosa. Paulo se doía com a nova “Seita do Caminho” que angariava cada vez mais adeptos entre os judeus.

1. ANTES DA MUDANÇA
Quando o jovem Paulo perseguia os seguidores de Jesus, fazia-o nas melhores das intenções, e, naquele contexto social e religioso, era até uma coisa louvável. Nem todo proceder tem a aparência de boas intenções, isso todos sabem. Levados pelo pensamento de que estão fazendo algo para Deus, muitos perseguem, espancam, mutilam e matam aqueles que são fiéis a Cristo, mesmo nos dias atuais.

2. O QUE PRODUZIU MUDANÇA
O maior desejo do jovem Paulo era fazer algo de valor para Deus, para o judaísmo e para os judeus em si. Ele concluíra que estava absolutamente certo em repelir com veemência aquela doutrina sectária no seio do judaísmo, que mais trazia escândalo do que bem. Afinal, para ele Jesus de Nazaré teve o que mereceu quando, nas mãos dos romanos, caiu sob a acusação de ser um rei ilegítimo, por fazer-se Filho de Deus.

3. CONSEQUÊNCIA DESSA MUDANÇA
Evidentemente, que a conversão de Paulo teve muitos efeitos no reino de Deus e no mundo, que talvez seja difícil enumerá-los e esquadrinhá-los na sua exata proporção. Mas abordaremos apenas alguns principais que são arrolados por Lucas no livro de Atos.

CONCLUSÃO
A conversão de Paulo de Tarso é um legado insofismável da história Universal, pois a mensagem dele sobreviveu a sua morte, a pessoa dele jamais foi esquecida com o passar dos séculos. Na sua conversão podemos saber como o Senhor Jesus transforma um inimigo em servo e em vaso útil, tornando-o portador de Sua mensagem.

Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel,
Revista: APÓSTOLO PAULO – Editora Betel - 4º Trimestre 2012 – Lição 02.